CRÓNICA DE FARO

JOÃO LEAL

DE NOVO, O CAIS

Conforme anúncio feito a quando da entrega do novo cais de acostagem da Culatra, o Cais Comercial de Faro, passará a partir de Janeiro, para jurisdição da autarquia farense.

Sem actividade relevante, desde há uma década, por ausência naexportação de sal gema, cimento e outros artigos produzidos no Algarve, bem como a recepção aos navios petroleiros, foi cedida pelo Porto de Sines, dequem estava dependente.

Trata-se de um importante infraestrutura portuária construída nos anos 40 e 50 dando origem a um troço de via férrea desde os «blocos» (Bom João de Baixo) até ao final da mesma para transporte da pedra e do restante material destinado à abertura da barra comum do porto Faro / Olhão.

Ainda serviu de porto de saída e de chegada das ligações pelo «Pirata Negro» entre Faro e a cidade irmã de Tanger (Marrocos), interrompidas devido sobremodo às deficientes condições de apoio logístico.

Actualmente trata-se de uma das zonas mais degradadas da capital sulina, começando logo pela entrada como «Bairro da Horta da Areia», ruínas da antiga fábrica corticeira Torres Pinto («Fritz») e os esgotos a céu aberto.

Mas oferece excelentes condições para a Faro do Futuro, com a concretização de alguns projectos já existentes (marina, avenida beira- mar,etc. haja empenho e vontade política do Município.

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